Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
As TIC's ao Serviço da Solidariedade

 

 

Solidariedade
 
Com esta apresentação quero demonstrar a importância e o contributo das novas tecnologias ao serviço da solidariedade.
São inúmeras as situações de pedidos de ajuda e solidariedade para com os mais desfavorecidos, vítimas de catástrofes, de doenças, acidentes etc que todos os dias chegam até nós em sites na Internet, por email ou por SMS
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O seu comentário vale 0,10EUR para as vítimas das enchentes de ...
1 Dez 2008 ... Lendo meus feeds, encontrei a maravilhosa atitude solidária do .... Espero que a internet sirva como ferramenta para que as pessoas possam ...
www.fique-rico.com/.../o-seu-comentario-vale-010eur-para-as-vitimas-das-enchentes-de-santa-catarina-brasil... - 253k - Em cache - Páginas semelhantes
 
 
O seu comentário vale 0,10EUR para as vítimas das enchentes de Santa Catarina - Brasil
Escrito em: 01-12-2008
Por: Paulo Faustino

Inserido em: Análise de Projectos Sobre Dinheiro
Recentemente estive a pensar de que forma poderiamos organizar uma campanha de Natal aqui no blog, que não fosse egocentrista e/ou que procurasse beneficiar directamente alguém em detrimento de outrém. Queria algo diferente e que acima de tudo espelhasse o sentimento que existe no Natal, relacionado com a partilha e a ajuda para com o outro.
Tenho acompanhado relativamente de perto a situação das Enchentes no Brasil, mais propriamente no estado de Santa Catarina e nas cidades ao seu redor, como por exemplo Blumenau e Ilhota, onde já morreram várias dezenas de pessoas, e achei que seria interessante e ao mesmo tempo gratificante para todos nós se pudessemos ajudar quem mais neste momento precisa.
HISTÓRIA
As enchentes em Santa Catarina, ocorreram no passado mês de Novembro, um mês de chuva extremamente atípica, que inundou por completo cerca de 60 cidades e colocou em perigo 1,5 milhões de pessoas. No estado de Santa Catarina já morreram 110 pessoas e cerca de 78 mil encontram-se desalojados ou temporariamente deslocados devido às enchentes.
Os números relacionados com estas cheias são cada vez mais impressionantes à medida que o tempo vai passando. Cerca de 150 mil famílias viram a sua electricidade cortada, o racionamento de água foi uma medida de extrema necessidade, as escolas continuam encerradas, entre outras tantas desgraças que neste momento colocaram Santa Catarina na boca do mundo pela pior razão possível.
Em algumas cidades como Blumenau foi decretado estado de emergência e/ou de calamidade pública. Ao longo da última semana têm-se intensificado os esforços de todos para conseguir ajudar quem mais necessita neste momento, incluindo cidadãos de fora do Brasil.
IMAGENS
A SUA AJUDA - A NOSSA CAUSA
Embora o lema deste blog seja ajudar os outros a ganhar dinheiro e a criar blogs de sucesso, a verdade é que torna-se complicado conseguir usufruir desse estado de coisas, quando existem milhares de pessoas (que falam a nossa língua) a passar necessidades e a pedir recorrentemente ajuda.
Nem tudo na vida é dinheiro e sucesso, e por muito que seja adepto de ambas as coisas, sei que é importante ajudarmos neste momento aqueles que sofrem e necessitam de dar um novo rumo às suas vidas. Quem sabe alguns deles não era inclusivamente leitores aqui do blog.
Então a ideia deste artigo em jeito de Campanha de Natal é o seguinte:
Por cada comentário único (irei verificar IP, Nome, Email, etc) e com um mínimo de 2 linhas de texto devidamente escrito, seja para enviar uma mensagem ou simplesmente exprimir a sua opinião, irei doar 0,10EUR para as vítimas das enchentes em Santa Catarina. Embora não seja um valor absurdamente alto, é necessário ter em conta que é 100% financiado por mim e pelo blog Fique-Rico
Para já não estou a equacionar colocar um limite ao número de comentários, e irei continuar a aceitar comentários até 8 de Dezembro próximo. Nessa altura irei reunir os cálculos e o montante, e irei tentar enviá-lo ou pelo Xoom, ou directamente para uma das contas bancárias internacionais disponíveis, ou pela Pagamento Digital ou ainda pelas mãos do meu amigo e blogueiro Tárcio Zemel, que vive no estado de Minas Gerais e poderá fazer o depósito dentro do Brasil.
Existem várias formas de conseguir fazer chegar o dinheiro ao Brasil, e isso é seguramente o mais importante neste momento. 
Agradeço a todos aqueles que quiserem ajudar na promoção desta iniciativa, para que possamos receber aqui neste post o maior número de comentários de apoio às vítimas de Santa Catarina. O seu comentário é importante para nós, mas acima de tudo importante para eles. Comente!
Até Já!
155 Comentários até ao momento..
NICOLAS | December 1st, 2008
      +0
Muito boa a sua colaboração Paulo. Estou navegando diariamente por seu blog, e tenho aprendido muito. Moro no RS ao lado de Santa Catarina e o pessoal daqui de meu estado tem colaborado muito com nossos visinhos. Todos que puderem ajudem, pois foi lamentável o ocorrido.
John Klaus Kanenberg | December 1st, 2008
(subscrito aos comentários)       +0
Prezado Paulo,
Sou de Santa Catarina, mas vivo no Rio de Janeiro (Brasil)… Mas não posso deixar de agradecer a sua iniciativa e parabenizá-lo.
Obrigado.
Daniel Tonet | December 1st, 2008
      +1
Parabéns pela iniciativa. Hoje mesmo fiz um depósito na conta da Defesa Civil do Estado de Santa Catarina. Apesar de muita gente já ter doado roupas, água e alimento, ainda há muito o que fazer para atender as vítimas e iniciar a reconstrução.
Ayrton Ribeiro | December 1st, 2008
      +0
É bom ver pessoas que o blog fique-rico tem um coração, pricipalmente num mundo onde todos só pensam em sí mesmo (egocentrico). Já acopanho o blog a um bom tempo, recebo diáriamente as novidades por e-mail, e agora estou feliz em ver o empenho também ai em portugal em ajudar as pessoas nessecitadas. Moro no Ceará e todos aqui penssam em como está dificil para as pessoas em Santa Catarina.
Parabéns pela excelente campanha.
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Assim, quem quer que seja com o simples gesto de clicar no rato ou no teclado do seu computador, pode dar o seu contributo solidário a causas, que atendendo à distância a que se encontram seria quase impossível lá chegar.
As novas tecnologias da informação aproximaram as pessoas ao ponto de podermos considerar nosso vizinho aquele que vive do outro lado do globo.


publicado por sirius-efasec às 21:34
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
Intolerância

 

 
Intolerância é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar as diferenças de terceiros.
 
Poderá ter origem em preconceitos ou crenças religiosas de alguém ou ser motivada pela intolerância contra os preconceitos, crenças e práticas religiosas de outrem.
 
A intolerância pode resultar em perseguição, facto que tem sido comum através da história.
 
http://pt.wikipedia.org
 

 

 

A intolerância apresenta-se de várias formas como: o etnocentrismo, o racismo, a xenofobia, a ignorância, etc.
 
O etnocentrismo existe quando um indivíduo sobrevaloriza a sua cultura, considerando inferior a cultura a que pertencem outros grupos.
 
O racismo como tomada de posição depreciativa e violenta relativamente a um povo, é um fenómeno preconceituoso sobre raças diferentes e agudizou-se nos últimos séculos, especialmente com a política colonialista das potências europeias.
 
A xenofobia é uma forma de ódio aos estrangeiros e manifesta-se muitas vezes em slogans como “Portugal para os portugueses” numa atitude nacionalista e incitamento aos estrangeiros para o abandono do país.
 
A ignorância leva a que um indivíduo se isole no círculo fechado dos seus conhecimentos e, por desconfiança e protecção do seu pequeno mundo, tenta proteger o seu raio de acção, rejeitando tudo o que lhe surja de diferente aos seus conhecimentos sem sequer se dar ao trabalho de reflectir.
 
A hostilidade provocada pela intolerância leva muitas vezes a que o hostilizado se torne intolerante.
 
A tolerância implica um empenhamento activo na compreensão da riqueza da diversidade humana e do respeito do outro no que ele tem de livre e de diferente.
 
Nas nossas actuais sociedades, a tolerância constitui um dos princípios fundamentais da democracia e do respeito da dignidade de cada ser humano.
 

 


 

A intolerância é como um fogo florestal, que se consegue apagar num lado, mas surge noutro. Por outras palavras, a intolerância encontra sempre os meios de ressurgir.
 
É necessário estar sempre atento para contrariar a intolerância, é um combate perpétuo. Aquilo a que se assiste actualmente demonstra bem que há uma necessidade de vigilância constante contra a intolerância.
 
ACIDI I.P.
Tolerância: Entrevista a Zaghloul Morsy: “Contrariar a intolerância é um combate perpétuo”
Publicado em

 



publicado por sirius-efasec às 18:18
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
O computador
 

 1-         O que é informática e computador?

a)     Informática é o ramo cientifico-tecnológico que engloba os métodos e técnicas de processamento de informação usando meios automáticos.
 
        Abrange análise, concepção, criação, implementação e   operação de meios informáticos.
Cruza-se com outras áreas tecnológicas (tecnologia electrónica).
 
b)     Computador é o aparelho electrónico de comando humano que, com extraordinária rapidez realiza cálculos complicados e resolve problemas difíceis relativos a trabalhos científicos, gestão de empresas, telecomunicações, planeamento de voos de avião etc., tratando os dados que lhe são introduzidos segundo instruções previamente programadas e fornecendo opôs armazenamento, para utilização imediata ou posterior, os resultados dessas operações. 

2-         A História e Evolução do Computador

A informática foi precedida de alguns inventos que traçaram o caminho para o aparecimento dos computadores. Assim apresentamos a cronologia de alguns factos relevantes para a história da informática e dos computadores:
 
O Ábaco
 
Na antiguidade havia o ábaco. O ábaco é muito limitado; não em complexidade de cálculos possíveis mas em velocidade: o ábaco tem uma velocidade comparável à da máquina de calcular de manivela, vários milhares de vezes mais lenta do que um pequeno computador actual. No entanto, o ábaco foi um instrumento quase miraculoso.
 
A Régua de Cálculo (1622)
  
Inventada pelo inglês Oughtred, tirando partido das escalas logarítmicas.
 

 

Máquina de Somar de Pascal (1642)
 
Máquina à base de rodas dentadas que adicionava somas automaticamente.
  
Este engenho era controlado por cartões perfurados ligados em cadeia tal como os robôs da nossa era são controlados por computadores.
 
Relés e Válvulas (Finais do séc. XIX)
 
Na época dos nossos bisavôs os computadores já existiam, apesar de extremamente rudimentares.
 
Eram os computadores mecânicos, que realizavam cálculos através de um sistema de engrenagens, accionado por uma manivela ou outro sistema mecânico qualquer. Este tipo de sistema, comum na forma de caixas registradoras era bastante utilizado naquela época.
 
O relé é um dispositivo electromecânico, formado por um magneto móvel, que se desloca unindo dois contactos metálicos. O Relé foi muito usado no sistema telefónico, aliás algumas centrais analógicas ainda utilizam estes dispositivos até hoje. Os relés podem ser considerados uma espécie de antepassados dos transístores. As suas limitações eram o fato de serem relativamente caros, grandes demais e ao mesmo tempo muito lentos: um relé demora mais de um milésimo de segundo para fechar um circuito, mais de dez milhões de vezes mais lento que um transístor actual.
 
As válvulas foram usadas para criar os primeiros computadores electrónicos, na década de 40.
 
As válvulas têm seu funcionamento baseado no fluxo de electrões no vácuo. Tudo começou numa certa tarde quando Thomas Edison, inventor da lâmpada eléctrica estava brincando com a sua invenção. Ele percebeu que ao ligar a lâmpada ao pólo positivo de uma bateria e uma placa metálica ao pólo negativo, era possível medir uma certa corrente fluindo do filamento da lâmpada à chapa metálica, mesmo que os dois estivessem isolados. Havia sido descoberto o efeito termo-iónico, o princípio de funcionamento das válvulas.
 
As válvulas já eram bem mais rápidas que os relés, atingiam frequências de alguns Megahertz, o problema é que aqueciam muito, consumiam muita electricidade e queimavam-se facilmente. Construir um computador, que usava milhares delas era extremamente complicado, e muito caro.
 
 
 
Recusa dos laboratórios BELL (1937)
 
Foi recusado, pelos Laboratórios BELL, um projecto de Calculadora, porque não aceitavam que alguém pudesse estar interessado em gastar todo aquele dinheiro envolvido só para fazer cálculos.
 
Calculadora Harvard Mark-1 (1939)
 
Em 1939, era construída em Harvard a Calculadora Automática de Sequência Controlada Harvard Mark-1. Era uma máquina com 16x2.5 metros, controlada por fita perfurada capaz de fazer uma adição em 0.3 segundos e uma multiplicação em 4 segundos.
 
Calculadora de trajectórias balísticas dos projecteis (1943)
 
Ainda em tempo de guerra, e face ás prementes necessidades de calculadoras para a artilharia, Maughly e Eckert propõem ao governo norte-americano uma calculadora para as trajectórias balísticas dos projecteis, capaz de reduzir o seu calculo para um tempo inferior à duração da própria trajectória (em vez do dobro, velocidade conseguida pelas calculadoras em serviços) e começam a construir o ENIAC (Electronic Numerical Integrador And Calculator), inspirado no ABC. Resultou uma máquina pesando 30 toneladas, com 1800 válvulas, capaz de executar 5000 adições por segundo e de fazer uma multiplicação em 3 milisegundos, programada através de conectores e de interruptores.
 
O ENIAC (1945)
 
Até 1945, "computadora" era qualquer máquina simples capaz de fazer as quatro operações aritméticas. Isso porque o verbo original francês – computer – significava somar.
 
O ENIAC era composto por nada menos do que 17,468 válvulas, ocupando um espaço imenso. Porém, apesar do tamanho, o poder de processamento do ENIAC é ridículo para os padrões actuais, suficiente para processar apenas 5.000 adições, 357 multiplicações e 38 divisões por segundo, bem menos até do que uma calculadora de bolso actual, das mais simples.
 
A ideia era construir um computador para realizar vários tipos de cálculos de artilharia para ajudar as tropas aliadas durante a segunda Guerra mundial. Porém, o ENIAC acabou por ser terminado 3 meses depois do final da Guerra e acabou por ser usado durante a guerra-fria, contribuindo por exemplo no projecto da bomba de Hidrogénio.
 
A programação do ENIAC era feita através de 6.000 chaves manuais. A cada novo cálculo, era preciso reprogramar várias destas chaves. Isso sem falar no resultado, que era dado de forma binária através de um conjunto de luzes. Não é à toa que a maior parte dos programadores da época eram mulheres, só mesmo elas para ter a paciência necessária para programar e reprogramar esse emaranhado de chaves várias vezes ao dia.
 
 
 
O ENIAC (Electronic Numerical Integrator and Computer) preenchia esta sala, incomparável com os miniaturizados e mais potentes computadores actuais.
 
Princípios de Von Neuman (1946)
 
Em 1946, o matemático americano de origem Húngara, Von Neuman publica uma comunicação intitulada "Discussão preliminar sobre o projecto lógico de um instrumento electrónico de computação", recomendando: Tanto os dados como as instruções para o seu tratamento devem ser memorizadas da mesma forma pelo computador; identificação inequívoca da sequência dessa memória; possibilidade de quebra condicional da sequência das instruções; possibilidade de sobrepor instruções de entrada de dados e de saída de resultados (input/output) a outras instruções de processamento; possibilidade de aritmética binária e decimal com conversão automática; substituição do suporte de papel por suporte magnético para as memórias externas.
 
Nesta altura não é possível transmitir todas as implicações e toda a importância desta sistematização. Mas deve-se pelo menos que, apesar da dificuldade de realização de algumas destas características, todos os computadores passaram a ser projectados tendo em atenção estes princípios, e todos os computadores hoje existentes são computadores Von Neuman.
 
ENIAC (1946)
 
Entrada em funcionamento do primeiro computadores constituído por válvulas - o ENIAC. Pesando toneladas e consumindo mais electricidade do que uma pequena cidade, foi durante 9 anos utilizado para computação de trajectórias balísticas, previsões meteorológicas e cálculos ligados à energia atómica. Pode-se dizer que foi aqui que começou verdadeiramente a era da informática.
  
O Transístor (1947)
 
Na época a maior parte da indústria continuou trabalhar no aperfeiçoamento das válvulas, obtendo modelos menores e mais confiáveis. Porém, vários pesquisadores, começaram a procurar alternativas menos problemáticas.
 
Várias destas pesquisas tinham como objectivo a pesquisa de novos materiais, tanto condutores, quanto isolantes. Os pesquisadores começaram então a descobrir que alguns materiais não se enquadravam nem em um grupo nem no outro, pois de acordo com a circunstância, podiam aturar tanto quanto isolantes quanto como condutores, formando uma espécie de grupo intermediário que foi logo apelidado de grupo dos semicondutores.
 
Haviam encontrado a chave para desenvolver o transístor.
 
 
O primeiro projecto de transístor
 
O primeiro projecto surgiu em 16 de Dezembro de 1947, onde era usado um pequeno bloco de germânio (que na época era junto com o silício o semicondutor mais pesquisado) e três filamentos de ouro. Um filamento era o pólo positivo, o outro o pólo negativo, enquanto o terceiro tinha a função de controlo. Tendo apenas uma carga eléctrica no pólo positivo, nada acontecia, o germânio actuava como um isolante, bloqueando a corrente. Porém, quando uma certa tensão eléctrica era aplicada usando o filamento de controlo, um fenómeno acontecia e a carga eléctrica passava a fluir para o pólo negativo. Haviam criado um dispositivo que substituía a válvula, sem possuir partes móveis, menos consumo energético e ao mesmo tempo, muito mais rápido.
 
Comercialização do UNIVAC (1951)
 
Início da comercialização de computadores UNIVAC (Universal Automatic Computer de Eckert). Foi o primeiro com suporte magnético de ficheiros. Pela primeira vez se pode falar de modelo, visto que foram construídos 48. Foi o início da liderança do mercado pela UNIVAC.
 
Evolução do Transístor (Década de 50)
 
Este primeiro transístor era relativamente grande, mas não demorou muito para que este modelo inicial fosse aperfeiçoado. Durante a década de 50, o transístor foi gradualmente dominando a indústria, substituindo rapidamente as problemáticas válvulas. Os modelos foram diminuindo de tamanho, caindo de preço e tornando-se mais rápidos. Alguns transístores da época podiam operar a até 100 MHz. Claro que esta era a frequência que podia ser alcançada por um transístor sozinho, nos computadores da época, a frequência de operação era muito menor, já que em cada ciclo de processamento o sinal precisa passar por vários transístores.
 
Mas, o grande salto foi a substituição do germânio pelo silício. Isto permitiu actualizar ainda mais os transístores e baixar o seu custo de produção. Os primeiros transístores de junção comerciais foram produzidos a partir de 1960 pela Crystalonics.
 
A ideia do uso do silício para construir transístores é que adicionando certas substâncias em pequenas quantidades é possível alterar as propriedades eléctricas do silício. As primeiras experiências usavam fósforo e boro, que transformavam o silício em condutor por cargas negativas ou condutor por cargas positivas, dependendo de qual dos dois materiais fosse usado. Estas substâncias adicionadas ao silício são chamadas de impurezas, e o silício “contaminado” por elas é chamado de silício dopado.
 
Um transístor é composto basicamente de três filamentos, chamados de base, emissor e colector. O emissor é o pólo positivo, o colector é o pólo negativo, enquanto a base é quem controla o estado do transístor, que como vimos, pode estar ligado ou desligado. Veja como estes três componentes são agrupados num transístor moderno:
 
 
Quando o transístor está desligado, não existe carga eléctrica na base, por isso, não existe corrente eléctrica entre o emissor e o colector. Quanto é aplicada uma certa tensão na base, o circuito é fechado e é estabelecida a corrente entre o emissor e o receptor.
 
Custo e Peso dos Computadores (1955)
 
Nesta altura um computador já só pesava 3 toneladas e consumia 50 kwatts de potência, tendo um custo de $200 000. Uma máquina destas podia realizar 50 multiplicações por segundo. Assim, os primeiros computadores eram também máquinas que só estavam ao alcance de grandes empresas ou instituições que tinham necessidades de cálculo muito exigentes e que possuíam as condições económicas para tão grande investimento.
 
INTEL  4004 (1971)
 
A Intel apresenta o primeiro microprocessador em um único circuito integrado o Intel 4004, processador de 4 bits com capacidade de endereçar 1 K de dados e 4 k de programas, com 2.300 transístores em uma pastilha de silício de 10mm².
 
 
Outro grande salto veio quando os fabricantes se deram conta que era possível construir vários transístores sobre o mesmo waffer de silício. Havia surgido então o circuito integrado, vários transístores dentro do mesmo encapsulamento. Não demorou muito para surgirem os primeiros micro chips.
 
INTEL 8086 / 8088 (1981)
 
A Intel desenvolve o 8086 de 16 bits e o 8088 de 8 bits para a IBM para o lançamento do seu primeiro micro-computador pessoal (comercial). Estes dois processadores tiveram 2.500 designs em apenas um ano.
 
Após um longo trabalho junto com os engenheiros da IBM, a Intel conseguiu convencer a IBM a utilizar o Intel 8088 como sendo o processador do seu primeiro micro-computador.
 
A Intel conseguiu colocar nos seus pedidos a quantia de 10.000 processadores 8088 em apenas 1 ano, e a cifra de 10.000.000 de processadores nos próximos anos (somente do 8088).
 
INTEL 80286 (1982)
 
Em 1982 é lançado o Intel 80286, com 134.000 transístores e com o triplo da performance da família de processadores de 16 bits até ao momento. O Lançamento deste novo processador foi muito bem aceite pelo mercado pelo fato de todo o software desenvolvido anteriormente rodar sem nenhuma modificação. Este processador revolucionou o PC da IBM, baptizado neste momento de IBM PC-AT.
 
INTEL 80386 (1985)
 
Em 1985 a Intel Corporation consegue colocar 275.000 transístores em uma pastilha de silício e lança o primeiro processador de 32 bits, capaz de executar mais de 5 milhões de instruções por segundo (MIPS).
 
O Compaq DESKPRO 386 foi o primeiro PC a utilizar este novo processador.
 
INTEL 80486 (1989)
 
Com os avanços modernos a Intel desenvolve a tecnologia de colocar 1.200.000 transístores em uma pastilha de silício e acrescentou um coprocessador aritmético ao seu processador e assim em 1989 é lançado o 80486.
 
Este novo chip é 50 vezes mais veloz que o Intel 4004 , igualando a sua performance aos processadores utilizados nos mainframes.
 
INTEL Pentium (1993)
 
A Intel introduz no mercado de processadores o que poderíamos convencionar como o sendo a maior revolução na área de processadores.
 
Com capacidade de executar 90 milhões de instruções por segundo (MIPS) e com 3.100.000 transístores, o processador, agora, baptizado de Pentium era 1.500 vezes mais rápido que seu antecessor o Intel 4004.
 
INTEL Pentium Pró (1995)
 
Surge em 1995 o Pentium Pro, dando origem a família de processadores P6. Estes processadores possuíam um segundo cache para as memória de alta velocidade e que faziam a performance geral obter óptimos índices de velocidade.
 
Com 5.5 milhões de processadores em sua pastilha e capaz de executar mais de 300 milhões de instruções por segundo (MIPS) , o processador Pentium Pro continuou a ser a melhor escolha entre os processadores, devido a sua alta performance.
 
INTEL Pentium MMX (1997)
 
 A Intel introduz no mercado mais uma revolução tecnológica, a família de processadores MMX, esta tecnologia foi desenvolvida para proporcionar uma alta performance aos sistemas de multimédia, melhorando sensivelmente a apresentação de vídeo e imagens 3D dos jogos bem como a qualidade sonora dos mesmos.
 
INTEL Pentium II (1997) 
                                                                                                            
Após ter lançado a família de processadores MMX, a Intel lança o processador Intel Pentium II, com 7.5 milhões de transístores agora montados sobre uma placa e recoberto por uma caixa plástica em forma de cartucho (similar ao cartucho usado pelos vídeo-games)
 
Dotado de excepcional capacidade de processamento, para as mais diversas áreas de aplicação, destacando-se o seu uso em sistemas dotados de imagens 3D ou por navegadores da Internet ( browsers ), com suporte a placas gráficas padrão AGP e a drives de DVD.
 
INTEL Pentium II Celeron / Xeon (1998)
 
Lançado oficialmente em 1998, o Intel Pentium II Celeron ou somente Intel Celeron. Com este processador de alto desempenho e optimizado para equipar os PC de configuração mais modesta, a Intel esta na realidade, retirando do seu processador Pentium II as áreas de cache para promover uma redução no preço do seu processador.
 
É lançado neste mesmo ano o processador Pentium II Xeon, processador este desenvolvido e projectado para os servidores de rede. O Pentium Xeon possui 2 níveis de caches, com 512 Kbytes ou 1 MBytes integrado ao cartucho e oferecendo a velocidade de 400 Mhz.
 
INTEL Pentium III (1999)
 
O processador Intel Pentium III oferece alta performance à 450 e 500 MHz, desenvolvido para proporcionar alto rendimento nas aplicações em multimédia, com movimentação de imagens em tela cheia, apresentações gráficas de alta qualidade e com maior realismo e aprimoramento no processamento de imagens e programas que dão acesso a Internet.
 
O Pentium III integra os benefícios da arquitectura de processadores P6 com execução dinâmica e sistema bus de multi-transações com extensões Intel MMX de alta tecnologia, o Pentium III oferece agora extensões Streaming SIMD e foram incluídos 70 novas instruções avançadas que incluem plataformas 3D, reprodução de áudio e vídeo e reconhecimento de voz.
 
O computador actual (2008)
 
Uma regra estatística que se tem verificado desde a invençao do primeiro computador é a Lei de Moore que diz: “A cada 18 a 24 meses é lançada uma nova tecnologia que permite que os computadores dupliquem o desempenho”.
 
Isto significa que em 2010 os processadores terão a velocidade de 50Ghz e em 2020 terão uma velocidade de 2000Ghz. Para os menos conhecedores desta área, os melhores computadores actuais (Novembro/2004) funcionam a 3,2Ghz... O desempenho dos computadores não se mede somente pela velocidade do processador, mas este exemplo simplista torna mais clara a evolução futura previsível.
 

3-         Informação digital vs Informação de dados

A informação de digital é toda a informação armazenada no software do computador que vai servir para, a partir da informação de dados que o utilizador fornece, efectuar o processamento destes dados e enviar ao utilizador novos dados.

4-         Unidades de armazenamento

Bit  Digito binário que tem dois estados possíveis 0 ou 1
Byte Conjunto de oito bites em que geralmente é manipulada a informação
1 Byte = 8 bites
1KB (Kilobyte) = 1024 Bytes
1 MB (Megabyte) = 1024 KB 
1 GB (Gigabyte) = 1024 MB
1 TB (Terabyte) = 1024 GB
 
 

 5-         Hardware vs Software

 
Hardware é todo o equipamento físico que faz parte do sistema informático. Podem ser usadas diversas tecnologias no seu fabrico (electrónica analógica, electrónica digital, mecânica…).
 
Software é a criação intelectual que compreende os programas, procedimentos, regras e qualquer documentação associada, relativas ao funcionamento de um sistema de processamento de dados.

6-         Tipos de Memórias

Memória RAM
 
Memória de acesso aleatório (do inglês Random Access Memory, frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, utilizada como memória primária em sistemas electrónicos digitais.
O termo acesso aleatório identifica a capacidade de acesso a qualquer posição em qualquer momento, por oposição ao acesso sequencial, imposto por alguns dispositivos de armazenamento, como fitas magnéticas.
 
Podemos distinguir os vários tipos de memórias:
 
Memórias primárias: também chamadas de memória real, são memórias que o processador pode endereçar directamente, sem as quais o computador não pode funcionar. Estas fornecem geralmente uma ponte para as secundárias, mas a sua função principal é a de conter a informação necessária para o processador num determinado momento; esta informação pode ser, por exemplo, os programas em execução. Nesta categoria insere-se a memória RAM (volátil), memória ROM (não volátil), registradores e memórias cache.
 
Memórias secundárias: memórias que não podem ser endereçadas directamente, a informação precisa de ser carregada em memória primária antes de poder ser tratada pelo processador. Não são estritamente necessárias para a operação do computador. São geralmente não-voláteis, permitindo guardar os dados permanentemente. Incluem-se, nesta categoria, os discos rígidos, CDs, DVDs e disquetes.
 
Memória ROM
 
A memória ROM (acrónimo para a expressão inglesa Read-Only Memory) é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser alteradas ou apagadas. São memórias cujo conteúdo é gravado permanentemente.
 
Uma memória ROM propriamente dita vem com seu conteúdo gravado durante a fabricação. Actualmente, o termo Memória ROM é usado informalmente para indicar uma gama de tipos de memória que são usadas apenas para a leitura na operação principal de dispositivos electrónicos digitais, mas possivelmente podem ser escritas por meio de mecanismos especiais. Entre esses tipos encontramos as PROM, as EPROM, as EEPROM e as memórias flash. Ainda de forma mais ampla, e de certa forma imprópria, dispositivos de memória terciária, como CD-ROMs, DVD-ROMs, etc., também são algumas vezes citados como memória ROM.
 
Apesar do nome memória ROM ser usado algumas vezes em contraposição com o nome memória RAM, deve ficar claro que ambos os tipos de memória são de acesso aleatório. 

7-         Dispositivos de Armazenamento

Para o armazenamento e acesso rápido de informação, quer seja de programas ou de dados, os são usados dispositivos de armazenamento. O seu meio físico permite o armazenamento permanente de vastas quantidades de informaçã

 



publicado por sirius-efasec às 22:28
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Domingo, 30 de Novembro de 2008
Impacto dos média na construção da opinião pública

 

Existe uma forte influência entre a acção dos media e a opinião pública, sendo que essa influência pode ser regulada por outras influências, como o meio em que o cidadão leitor, ouvinte ou telespectador está inserido, a sua formação intelectual, bem como a sua capacidade de observação crítica aos assuntos que lhe são transmitidos.
 
Por isso quando o cidadão é confrontado com spots publicitários, estes poderão ser considerados publicidade enganosa ou não, conforme o tipo de indivíduo a que esta se dirige, dependendo da sua inserção social e dos seus interesses pessoais.
 

Os media apresentam-nos uma ifinidade de spots publicitários considerados de publicidade enganosa como,

http://www.youtube.com/watch?v=7y4EnsSW814

 

 

Esta publicidade é enganosa ou não conforme o discernimento do indivíduo a quem é dirigida, porque também os media apresentam outro tipo de informação que por vezes pode levar ao debate e esclarecimento de ideias, como é o caso do artigo “UM MANIFESTO EM DEZ PONTOS”.
UM MANIFESTO EM DEZ PONTOS
 
Os alimentos transgénicos, ou plantas geneticamente modificadas, têm sido apresentados como solução para tudo: fome no mundo, alterações climáticas, agricultura química, doenças e subnutrição... Mas a verdade pode ser bem diferente, e as razões abaixo, entre outras, justificam a proibição pura e simples destes frutos da engenharia genética.
 
1. Os transgénicos não resolvem a crise alimentar
"A crise climática foi usada para promover os biocombustíveis, o que ajudou a criar a crise alimentar. E agora a crise alimentar está a ser usada para dar um novo fôlego à indústria da engenharia genética."
Daniel Howden, correspondente em África do jornal britânico The Independent
"O meu lado cínico acha que eles estão a usar a actual crise alimentar e energética como mola para impulsionar os transgénicos a nível político. Percebe-se porque é que o fazem, mas o problema é que essas alegações de que os transgénicos vão resolver os problemas da seca ou da fome no mundo não passam de palermice."
Prof Denis Murphy, Director de Biotecnologia da Universidade de Glamorgan, Reino Unido
 
Um relatório de 2008 do Banco Mundial concluiu que a produção de biocombustíveis é responsável pela subida dos preços dos alimentos a nível mundial.
 
A Monsanto, a maior multinacional dos transgénicos, tem estado na primeira linha a fazer pressão política a favor deste tipo de energia, que usa os alimentos para alimentar carros, e não pessoas.
 
Ao mesmo tempo, enquanto a crise atingia o auge, a empresa conseguia lucros inimagináveis com a venda de sementes e pesticidas a preços inflacionados. Para 2008 a Monsanto já anunciou lucros líquidos de 11 mil milhões de dólares - em relação a 2007 isto representa um aumento de três mil milhões de dólares!
 
Para rematar, a mesma empresa tem defendido publicamente os (seus) transgénicos como solução para a crise alimentar que ajudou a criar.
 
2. Os transgénicos não aumentam a produção
"Vamos falar claro. Neste momento [2008], não há variedades transgénicas em uso que tenham melhoria intrínseca de produtividade. Da mesma forma, não há qualquer transgénico disponível que resista à seca, use menos fertilizantes ou proteja o solo. Nem um."
Dr Doug Gurian-Sherman, previamente especialista em biotecnologia da Agência de Protecção Ambiental do governo americano e consultor em transgénicos da Autoridade de Segurança Alimentar (FDA) do governo americano.
 
De acordo com números oficiais do governo americano, não há transgénicos à venda que sejam mais produtivos do que as variedades de ponta convencionais.
 
Apesar das promessas, o transgénico mais cultivado no mundo, a soja, tem uma produtividade reduzida face à soja convencional que pode atingir os 10% de quebra (400 kg por hectare).
 
 O maior estudo europeu sobre a matéria, realizado em Espanha, verificou que há mais regiões onde o milho transgénico não dá mais lucro face ao convencional do que o contrário.
 
3. Os transgénicos aumentam o uso de pesticidas
"A promessa era de que íamos usar menos químicos e obter mais produção. Mas deixem-me dizer-vos que nada disso é verdade."
Bill Christison, presidente da Associação Americana de Agricultura Familiar
 
Dados publicados pelo Departamento de Agricultura americano mostram que nos Estados Unidos as culturas transgénicas conduziram a um aumento - e não a uma redução - da aplicação de pesticidas, quando comparadas com culturas convencionais.
 
4. Há maneiras melhores de alimentar o mundo
"Actualmente já sabemos que quase todos os problemas que [os transgénicos] dizem que vêm resolver podem ser solucionados em poucos dias, se houver vontade política adequada."
Hans Herren, director geral do Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia do Insecto, Quénia, e vencedor do Prémio Mundial da Alimentação de 1995
 
Em 2008 foi publicado o maior estudo jamais realizado sobre a agricultura mundial, financiado pelas Nações Unidas e Banco Mundial.
 
No seu relatório final, compilado por mais de 400 especialistas de todo o mundo ao longo de quatro anos e ratificado já por 58 países, concluiu-se que os transgénicos têm pouco a oferecer à agricultura no que toca aos grandes desafios futuros: reduzir a pobreza, matar a fome, fazer frente às alterações climáticas e preservar a biodiversidade.
 
Ainda segundo este documento, existem soluções melhores que podem desde já ser postas em prática. Haja vontade política.
 
5. Estão disponíveis outras e melhores tecnologias agrícolas
"Está a acontecer uma revolução silenciosa na área do mapeamento dos genes, que nos ajuda a entender melhor as variedades agrícolas. Isto já é uma realidade actualmente, e pode ter muito mais impacto na agricultura [do que os transgénicos]."
Prof John Snape, director do departamento de genética agrícola do Centro John Innes, Reino Unido
 
A gestão integrada, o recurso a variedades tradicionais e outras metodologias de baixo consumo de recursos, incluindo a agricultura biológica, têm-se mostrado altamente eficazes no controlo de pragas, na minimização da poluição e na obtenção de uma produtividade sustentável ao longo do tempo.
Outras abordagens não-transgénicas para o melhoramento de variedades, como a selecção assistida por marcadores, têm grande potencial para contribuir para a melhoria futura da produtividade sem os perigos que a engenharia genética implica.
 
6. Está por demonstrar a segurança dos alimentos transgénicos
"Estamos a ser confrontados com a tecnologia mais poderosa que o mundo alguma vez conheceu, que está a ser generalizada rapidamente e sem praticamente nenhuma preocupação quanto às suas consequências."
Dra Suzanne Wuerthele, toxicóloga da Agência de Protecção Ambiental do governo americano
 
A engenharia genética é uma técnica rudimentar e imprecisa de introduzir material genético (de vírus, bactérias, ou mesmo genes sintéticos) em plantas agrícolas.
 
As consequências biológicas são, por definição, imprevisíveis, e nenhum dos transgénicos em circulação em Portugal foi objecto de qualquer estudo sobre os seus efeitos na saúde humana, quer a longo prazo, quer nas próximas gerações, apesar de serem testes obrigatórios previstos na legislação europeia. Alguns estudos preliminares de curta duração já detectaram efeitos preocupantes.
 
Existe um único estudo sobre os efeitos directos em pessoas que comem transgénicos, onde se verificou que as bactérias do intestino incorporaram os transgenes provenientes da soja.
 
7. Os transgénicos tornaram-se invisíveis
"Cada europeu come diariamente uma dose de transgénicos."
Mike Mack, director geral executivo da Syngenta, a propósito do uso de transgénicos nas rações pecuárias
 
A carne, ovos, leite e lacticínios dos animais alimentados com os milhões de toneladas de rações transgénicas que entram anualmente na União Europeia não têm de ser rotulados.
 
Já há estudos científicos que demonstram que, quando os transgénicos são usados nas rações animais, é possível detectar material transgénico nos alimentos.
 
Nada garante a segurança de tais produtos.
 
8. Ninguém está a monitorizar o impacto dos transgénicos na saúde
"Nas actuais condições de montorização, quaisquer novas consequências negativas para a saúde teriam de ser um disastre monumental para se tornarem detectáveis."
Ben Miflin, previamente director do Instituto de Culturas Aráveis, Rothamsted, Reino Unido, e um defensor dos benefícios potenciais dos transgénicos
 
Tem sido argumentado que os americanos comem transgénicos há uma década sem que surjam consequências. Mas nos Estados Unidos os transgénicos não são rotulados e não há estudos para detectar eventuais efeitos.
 
Noutros escândalos alimentares, como por exemplo o das gorduras hidrogenadas, demorou décadas até se perceber e conseguir demonstrar que estavam a causar milhões de mortes entre os consumidores.
 
9. A coexistência entre agriculturas com e sem transgénicos é impossível
"Em relação aos transgénicos, estamos todos de acordo: não se consegue controlar a disseminação. Portanto não vamos correr esse risco."
Jean-Louis Borloo, Ministro francês da ecologia e do desenvolvimento sustentável
"Segundo o especialista [Joel Figueiredo, fundador e dirigente da Associação Nacional de Produtores de Milho e gerente da Cooperativa de Coimbra], uma parte importante das produções tradicionais de milho acaba por ser contaminada pela «polinização cruzada», sendo assim difícil encontrar milho que não contenha mais ou menos genes dos OGM."
Diário de Coimbra, 14 de Setembro de 2007
"Se algumas pessoas conseguirem o direito a cultivar e vender transgénicos, a consequência vai ser que em breve ninguém vai ter o direito a cultivar, vender e comer sem transgénicos. É uma escolha irreversível, como a introdução de coelhos na Austrália: uma vez feito, não pode ser desfeito."
Roger Levett, eticista e especialista em desenvolvimento sustentável
 
A contaminação da produção convencional e biológica pelos transgénicos está a aumentar.
 
Nos Estados Unidos, o cultivo experimental por um único ano de uma determinada variedade de arroz transgénico, não autorizado para venda, levou à contaminação generalizada da produção comercial de arroz longo e até das linhagens pré-comerciais.
No Canadá, a produção biológica de colza foi praticamente eliminada devido à contaminação por colza transgénica.
 
E em Espanha, um estudo recente verificou que o milho transgénico está a conduzir a uma redução drástica na produção biológica deste cereal.
 
10. As empresas dos transgénicos não são de confiança
"Os agricultores estão a ser processados por ter transgénicos na sua propriedade que eles não compraram, não querem, não vão usar, nem podem vender."
Tom Wiley, agricultor do Dakota do Norte, Estados Unidos
"A lista de acusações é horrífica, inexorável e convincente. A empresa multinacional Monsanto, que vende 90% dos transgénicos, mente em larga escala a muita gente e até ao mundo inteiro, com grande sucesso. Esse é o poder que o dinheiro e que o apoio, aparentemente ilimitado, do governo americano, conseguem atingir. Mas quem viu o documentário extraordinário 'O Mundo segundo a Monsanto' de Marie-Monique Robin já sabe isso tudo."
Le Monde, jornal francês
 
As grandes multinacionais da engenharia genética têm um cadastro marcado pela mentira, contaminação, envenenamento e corrupção.
 
As sementes transgénicas são vistas como uma excelente oportunidade de negócio porque lhes permitem obter patentes e, assim, conseguir um monopólio sobre o que o mundo pode ou não cultivar e comer.
 
Os agricultores que são apanhados a guardar sementes transgénicas da sua produção para voltar a semear no ano seguinte são arrastados para tribunal e daí para a falência. Isto passa-se mesmo quando esses transgénicos aparecem nos campos através de contaminação acidental devido ao vento ou aos insectos.
 
Ref: http://stopogm.net/?q=node/447
 
Conclusão
 
Os media têm um forte impacto na construção da opinião pública e na qualidade de vida da população, daí a necessidade de proibição da publicidade a determinados produtos que contribuem negativamente para a qualidade de vida das populações.
 

 



publicado por sirius-efasec às 12:20
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008
Valores Fundamentais

 

Núcleo gerador convicção e firmeza
 
Face à s figuras que me foram apresentadas e caracterizando a sociedade actual do ponto de vista dos valores, leva-me a considerar alguns valores que estas nos transmitem, sendo alguns deles simultaneamente positivos e negativos tendo em conta a forma como os observamos.
 
Esses valores são: o marketing, o consumo, a beleza, a vaidade, a riqueza, a estética, o respeito e o status social.
 
O marketing e o consumo são valores que ambas as figuras nos transmitem e que podem ser observados de forma positiva e negativa.
Positiva porque são geradores de desenvolvimento, uma vez que criam postos de trabalho de forma directa ao empregar indivíduos de diversas categorias na elaboração de publicidade e métodos de venda, neste caso o marketing, de forma indirecta porque estimulam o mercado provocando a produção e postos de trabalho gerando assim riqueza.
A negatividade destes valores é dada pelo indivíduo receptor da mensagem, conforme a sua capacidade de análise dos valores que lhe estão a ser transmitidos.
Porque hei-de comprar um carro de alta gama e cilindrada se as minhas condições económicas não são suficientes para a sua manutenção em serviço? No entanto o carro é fantástico.
 
            A beleza, a estética, o respeito e o status social, são valores observáveis em pessoas e coisas e, do meu ponto de vista, são sempre positivos uma vez que não há um padrão e porque contribuem sempre de forma positiva para a valorização das pessoas, melhorando a sua forma de estar perante os outros e a sua auto-estima.
 
            A vaidade e a riqueza são também valores que se podem apresentar nas duas forma, positiva e negativa.
            A vaidade é positiva quando o indivíduo tem realmente razões fortes para se encontrar vaidoso como pela tomada de atitudes nobres perante a sociedade, ou pela sua riqueza quando esta foi conseguida pelo seu sacrifício e não pela via fácil e em prejuízo da sociedade, apresentando-se aqui também a forma positiva do valor da riqueza.
            A riqueza toma a forma negativa quando é atingida de forma ilícita, levada de forma avara e ostentada, surgindo aqui na ostentação uma forma negativa da vaidade.
 
            Para tornarmos melhor a sociedade actual, é necessário que cada elemento reduza a parte negativa e aumente a parte positiva daqueles valores cuja modificação está directamente ao seu alcance.


publicado por sirius-efasec às 23:33
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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Breve História Sobre o Telemóvel

 

 

Comunicar, é uma necessidade essencial do ser humano bem como de outros seres.
Desde os primórdios da sua existência, o homem sempre procurou e desenvolveu formas e meios de comunicação de acordo com a satisfação das suas necessidades.
 

             

 

 

Em 1854 António Meucci, italiano, ligou um dispositivo de comunicação por fios entre o quarto de dormir no segundo andar de sua casa e o seu laboratório na cave para poder falar com a sua esposa acamada com reumatismo.
 
 
Em 1876 Alexandre Graham Bell patenteou o telefone.
 
Em 1942 foi patenteado o sistema que constituiu o fundamento da tecnologia das comunicações móveis.Curiosamente, quem idealizou a tecnologia da qual mais tarde viria a nascer a telefonia celular foi a conhecida actriz norte-americana Hedy Lamarr, famosa pelo papel que interpretou no filme "Sansão e Dalila". De origem austríaca, casou muito jovem a contragosto com um importante fabricante de armas nazi. Dotada de enorme curiosidade científica, cultivou-se nessa área e, já nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, teve uma ideia para evitar a intercepção electrónica dos torpedos aliados: se a frequência dos canais de comunicação fosse continuamente alterada, seria impossível bloquear a transmissão que orientava estas armas.
 
 Em 1947 investigadores da Bell Laboratories teorizaram um método através do qual pequenas torres - ou células - captariam sucessivamente o sinal móvel conforme a localização do utilizador, deixando a anterior livre para uma nova retransmissão. Porém, a tecnologia da época não viabilizou este conceito inovador. A autorização para frequências específicas de rádio para comunicação móvel era bastante reduzida, permitindo apenas um número muito baixo de comunicações em simultâneo para uma dada zona.
 
Em 1968 grandes companhias americanas, como AT&T e Bell Labs, propuseram o sistema que prevaleceu, do uso de várias torres que atenderiam os utilizadores de pequenas áreas. Quando os utilizadores se deslocassem de uma região para outra, o sinal era provido por outra torre mais próxima. Aí é que realmente iniciou a expansão do uso do serviço de telefone móvel celular.
 
 
Em 1973 a 3 de Abril Dr. Martin Cooper, investigador da Motorola, efectua a primeira chamada móvel. Em passeio pelas ruas de Nova Iorque, Cooper utilizou um protótipo de telemóvel que, dez anos depois, viria a dar origem ao primeiro modelo destinado ao grande público: o DynaTAC 8000X (ver imagem), com o preço de 4000 dólares e um peso de quase 1 kg.
 
Em 1977 o serviço foi testado com um público de 2000 pessoas em Chicago. Logo em seguida uma empresa japonesa começou a testar os mesmos serviços no Japão.
 
Em 1983, em Chicago iniciou-se mesmo o uso comercial, quando a empresa Ameritech disponibilizou o serviço comercialmente.
 
Em 1991 devido ao congestionamento de frequências, forçou a indústria a estudar alternativas tecnológicas. Surgindo a tecnologia TDMA Interim Standard 54.
Outras tecnologias se impuseram, como a TDMA IS-136, a CDMA IS-95 e a GSM, esta última adoptada como padrão da União Europeia, ao passo que as duas primeiras são ainda as mais usadas pelos americanos.
 

 

 

 

Em 1992 foi enviada a primeira SMS.
 
Em 1997 segue-se a comercialização de telemóveis com câmara fotográfica.
 
Em 1999 o acesso à Internet móvel.
 
Em 2001 a expansão da rede 3G.
 

E já se avizinha a rede 4G para muito em breve.

 



publicado por sirius-efasec às 20:34
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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Comparação entre potencialidades de telemóveis de segunda e terceira geração
  O mercado de telemóveis está a orientar-se para a Terceira Geração de Telecomunicações Móveis, normalmente conhecida por 3G.
 
  A 3G segue-se à primeira geração (1G) e segunda geração (2G) de telecomunicações móveis.
 
  A 1G, surgiu nos finais dos anos 70 e utilizava sinais analógicos de voz.
 
 
 
 
 
  A 2G, surgiu durante os anos 90 e já utilizavam uma codificação digital de voz.
 
  As redes 2G são baseadas na comutação de circuitos, permitindo lidar apenas com circuitos de dados como o e-mail, estando sempre dependente da disponibilidade dos circuitos, enquanto que a 3G é baseada na comutação de pacotes, usando o Internet Protocol (IP) e, como tal, é do tipo sempre activa (característica não possível na 2G). Isto permite aos utilizadores aceder directa e rapidamente às aplicações, estimulando a transmissão de dados. Com esta característica, a 3G expande significativamente a utilidade do dispositivo móvel.
  
   Com a 3G existe a possibilidade de pagamento do serviço não em unidades de tempo (segundos ou minutos) como a 2G mas sim por quantidade de informação trocada (pagar ao bit, pagar por sessão e valor fixo entre outros.
  O 3G possui ainda outras características como um elevado grau de compatibilidade de serviços, uso de pequenos terminais de bolso com capacidade de roaming a nível mundial, aplicações de multimédia e Internet e um grande leque de serviços e terminais.
 
 
 
   Características
  •   Capacidade de suportar a transmissão de dados a elevadas velocidades:
    •   ≥ 144 kilobits/segundo para situações de grande mobilidade (por exemplo num veículo automóvel)
    •   384 kilobits/segundo para situações de passeio pedestre
    •   ≥ 2 megabits/segundo para situações de baixa mobilidade
  •  Interoperabilidade e roaming.
  • Capacidade de determinar a localização geográfica dos aparelhos e reportá-la tanto para a rede como para o terminal móvel
  • Suporte de serviços multimédia:
    • Largura de banda variável ou fixa, mediante o pedido.
    • Armazenamento e encaminhamento de mensagens multimédia
    • Acesso em banda larga até 2 megabits/segundo.
  • Possibilidade de obtenção de elevados lucros para os operadores, graças à melhor gestão da largura de banda que as novas tecnologias permitem.
     

 

   Aplicações

 

  Enviar e receber e-mail com documentos embebidos ou imagens.

  Efectuar imagens de videoconferência, isto é, além da transmissão habitual da voz, também há possibilidade de ambos os interlocutores se verem.

  Uso de mapas e serviços de posicionamento para determinar a posição do terminal e encaminhar o utilizador para o destino desejado.

  Acesso à Internet através de terminal com a mesma potencialidade dos computadores pessoais (por exemplo, fazer upload e download de ficheiros).

  Pagamento de bens e serviços de forma bancária ou incluídos na conta telefónica.

  Establecer uma ligação de vídeo entre o doente e o seu médico para obter um conselho especializado.
 

 

  Em resumo

 

  A 3G dará seguimento à tendência da informação digital a qual está actualmente a ser desenvolvida em produtos tais como câmaras de vídeo digitais e TV digital entre outras.

  Todos estes produtos podem ser usados em serviços 3G.

  Os PDA (personal Digital assistant) são dispositivos de uso pessoal, fáceis de transportar e usar e de baixo custo. Eles podem ser facilmente combinados com os telefones móveis e o acesso à Internet num só aparelho. Outros produtos que podem ser usados como parte de serviços 3G incluem leitores de MP3, e-books, câmaras digitais, utilitários de medição e produtos de entretenimento e lazer, educação, processamento de informação, saúde, monitorização remota e sistemas de alarme.

 

 

 

 

 

Fontes:www2.ufp.pt/~lmbg/formacao/trabs/t2_UMT1_2002.pdf 
 

 

 



publicado por sirius-efasec às 22:40
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Sábado, 25 de Outubro de 2008
SIRIUS
 
 Criado para as áreas de competências de CLC (Cultura Língua e
Comunicação), STC (Sociedade Tecnologia e Ciência) e CP (Cidadania e
Profissionalidade) no âmbito do núcleo gerador de Tecnologias da Informação
e Comunicação (TIC)

 



publicado por sirius-efasec às 21:22
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